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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A morte separa corpos, não corações.


Eu vivi toda minha adolescência sonhando com alguém como você, tudo que eu sempre quis e lutei para encontrar. Você apareceu, eu sumi, medo de amar. Te reencontrei, não fugi, eu te amei, eu te senti, eu te ouvi, eu vivi a sua vida, você viveu a minha e escrevemos a nossa nesse pouquíssimo tempo que nos restou. Esse tempo, que não sabe o que faz, eu errei tanto, esperando que ele nunca fosse acabar.
Mas eu ainda posso suportar a chuva no teto dessa casa vazia, isso não me incomoda e posso suportar algumas lágrimas de vez em quando e apenas deixá-las rolar. Eu não tenho medo de chorar. Apesar continuar sem você me destrói. Há alguns dias, que eu finjo estar bem, mas não é isso que me intriga, o que mais me machuca foi estar tão perto, ter tanto pra dizer e ver você partir. E nunca saber o que poderíamos ter sido. É difícil de lidar com a dor de ter perdido você em todos os lugares que vou, você se mostra presente em todos eles. É difícil forçar aquele sorriso quando vejo nossos velhos amigos. Mas eu sei que se pudesse refazer, eu trocaria, daria todas as palavras que guardei em meu coraçao não-ditas. Eu não estaria arrependida.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Sonhos que o vento não leva;


Há sonhos, que sobrevivem ao tempo e a qualquer tipo de dor. Insano é só quem não acreditou. São os sonhos que você quer, com todo seu coração, e não há mal que faça esse desejo diminuir. Os que não vão embora com a maturidade. Você sempre soube o que realmente quis. Não há pedras fortes o bastante pra desmoronar nada. Não importa por quantos dias de tristeza profunda desacreditou, dias difíceis, quantas lágrimas chorou, lágrimas doloridas, quantos nãos, tomou, engoliu forte. Forte o bastante pra continuar. Pois são sonhos que você sabe, que se tornaram reais.
E eu farei o que for preciso, pularei o mais alto que possível, andarei calmamente, lindamente, até encontrar tudo que foi guardado pra mim, porque eu suei muito mais que uma camisa, suei o sangue, pois andei sempre em linha reta, sem desviar deste caminho, e quanto mais eu sonhar, mais alto vou chegar, mais forte eu serei.
E aquilo que esperei, no final será meu.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Não é amor... é melhor.



Eu sei que ela disse que está tudo bem, mas eu posso compensar da próxima vez. Porque eu não quero o bem, eu quero o extraordinário. Não é acordar e lembrar que estou comprometido, é acordar e ver dois travesseiros amassados, sentir dois perfumes misturados. É muito mais que um sair de mãos dadas, é rir em sintonia e deixar todos preocupados com seu desaparecimento. Não é ter alguém ao meu lado, e por um minuto esquecer todo o resto. É ir ao cinema pra dar uns amassos mesmos. É estar de bem com a vida no verão, e no inverno, adorar a primavera, admirar o outono. Não tem muito mistério, nem muito nhenhenhe, é não dever satisfação e sem obrigação alguma, porque quem sabe do amanhã?
Não sei, se nós podemos ser caracterizados como uma aventura, sem porque, nem pra que, mas que não temos chão, não temos, que o vento está sempre a nosso favor, está, e que toda adrenalina de não saber nada, é a melhor parte, é. Então também não podemos falar de amor, o amor é muito previsível, nós somos muito mais que isso.