
Eu já pensei em todas as hipóteses desse meu caso, mas definitivamente, não cheguei a conclusão nenhuma. Eu sinto um estrondeante vazio, mas não é falta de nada que não possa ter. Eu não sei administra muito bem o amor, eu sinto sede das pessoas, desejo de estar, ser, ver, sentir... e passa.
E eu vivo das etapas, e dos porquês, alguém até pode me entender, se saber distinguir as fases, das quais eu me divido.
Porque eu gosto do improvável e do mais difícil.Quanto mais, melhor. Gosto de me doar. E mais ainda de me sentir desejada, amada, e saber que quando chego os sorrisos das pessoas presentes, são meus, gosto que sintam a minha falta e venham até mim, porque eu sei que jamais rebaixaria uma pessoa que precisasse, independente ela quem fosse, de alguma maneira daria o máximo que ela merece.
Mas o resultado dessa minha tormenta é sempre decepcionante, e a culpa não é toda minha. Posso até esperar demais, mas eu espero por merecer, eu sei.
Mas é tão inútil viver sem que nada mais faça diferença, se poderia ou não dar certo, perdi totalmente o prazer das coisas. Tudo se tornou indiferente que não percebo, tudo que faço todos sentirem, é recíproco, temporariamente.
E esse ciclo é tão maldito e vicio que estou pressa. E não há ano novo que passe que mude. E eu sei que escrever como eu escrevo não diminui nada, mas é necessidade de compreensão, que ninguém pode me dar.













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