“eu não espero mais nada dessa história.
eu não sonho com mais nada que possa acontecer, se ainda pode sair uma vitória.
eu não procuro mais me confortar em vocês.. a minha base está morrendo.
eu não sinto mais o amor de ontem, e não sorrio como prometi hoje.
não sei exatamente para onde foram meus sentimentos, como eles sumiram.. mas voaram como o vento frio e gelado de dor, não ardeu quente como o amor desta vez...
e meus pés não sabem mais para onde correr, pois os olhos que os guiavam cegou-se e mal conseguem voltar a ver tudo como era antes...
meus dedos não escrevem como antes, agora estão trêmulos, não sabem mais o que estão fazendo pois esse amor deixou-lhes com duvida se é realmente o correto se escrever pode ser realmente discreto...
meus ouvidos não escutam mais como antes, agora tudo tem seu duplo sentido... o amor pode virar ódio, o ódio pode virar amor, mas a insegurança nunca partira, eu nunca saberei em quem verdadeiramente confiar.
E a história se repetira então...
mas desta vez não me machucarei, desta vez não sairei chorando, desta vez não me decepcionarei, desta vez não, com eles não!”
meu medo não é perder, é machucar, meu medo não é fugir, é não poder voltar, meu maior medo é decepcionar, ou me decepcionar.
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