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terça-feira, 6 de abril de 2010

Desperdiçou o amor.



Foi uma semana, sete dias, cento e sessenta e oito horas, dez mil e oitenta segundos. Foi pouco tempo, muito pouco tempo mas dói em mim e me lembro de tudo como se fosse ontem, como se fosse um amor de mil anos. Eu sou complicada, teimosa e tenho minhas manias, me sinto bem durante o dia, morro de rir com minhas amigas, mas ao estar sozinha a solidão vem com uma força impressionante, isso já se torno incontrolável, uma angústia intensa para me deixar todos os dias "de cama", isso se não tivesse forças o bastante para levantar. Eu ainda não entendo ou não quero entender, mas no fundo sei o motivo das lágrimas que caem todo o dia sobre o caderno que meu deu, sei porque da minha falta de confiança diária com as pessoas, por culpa sua que me falou tantas coisas, me fez acreditar e partiu sem falar pra onde iria, me deixou presa com uma força enorme a você, em uma gaiola cheia de buracos,exatamente para mim te ver e saber que não o tenho, sorte minha saber onde te encontrar, porque mesmo depois de partir assim, te ver ainda me fazia bem,eu esquecia completamente de tudo, mesmo depois das consequências de perceber que não jamais poderia te ter comigo outra vez. Te mandei sinais, cartas e tudo mais, não vem dizer agora que não imaginava que sentia tudo isso e que sofria todas as noites, você diz que já tem alguém e eu não entendo, mas isso não diz que não te respeitei. E mesmo você se escondendo por trás das suas lindas fotos, atrás dos seus lindos olhos, e de sua altura, eu achava que sabia quem você era, mas quer saber, não sei. Você me mostrou outra pessoa ao me dizer com tanta crueldade, "o tempo passou, sinto muito, você vai ficar bem sem mim”!

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